sábado, 23 de outubro de 2010 | By: Vivian Mont'Alverne

Escória


Habitante do mundo
Sobrevivendo à morte
Anda sem rumo
Catando a sorte

6 bilhetes:

Malu disse...

Oi , Vivian


Poesia mínima de imensa verdade ,
triste realidade.


Bjo Grande !

Paola Patricio disse...

Nossa super verdadeiro esse verso!!!

Bjooos

Laisa disse...

são pessoas invisiveis. a realidade nem sempre é bela, e, para alguns, quase nunca.

Denise Portes disse...

E os mais sensíveis fazem versos lindos que relatam essa triste história. Belo verso.
Beijo
Denise

spectromgm disse...

E o pior de tudo é que não são vistos como pessoas, e sim como... votos!

Belo texto, com uma simplicidade que faz pensar muito.

João Lenjob disse...

Olha, continuo postando cinco poemas diarios em meu blog, http://lenjob.blogspot.com, mas vim apresentar o meu castelo, http://castelodopoeta.blogspot.com, que é interativo, com poemas de outros poetas, videos, curtas, entrevistas, exposições e etc..., sempre de arte, fotografia, moda (e segunda será postada a entrevista com a booker Sandra Sayão da Ford Models de Minas) e esportes alternativos e queria sua visita lá. Aguardo!
Atenciosamente,

João Lenjob

Noites de Luar Para Sempre
João Lenjob

Se quiseres meu amor
Se sentires ou sentes o que sinto
Se tens o tempo que eu tenho
Se me amas como eu te amo
Se me perdoas, se entendes
Como te faço meu bem
Se és da minha rua ou do meu mundo
Se podes caminhar comigo
Plantar, colher, alimentar, sofrer
Nós podemos viver para sempre
Se estais pronta para tempestades
Ou dilúvios e maremotos, correntes
Para roseiras, constelações e noites de luar
Para noites abraçados e com todos os beijos
Se podes sentir minhas verdades (inteiras)
Se sorrires a cada lágrima minha
E souberes me dar a mão todos os dias
Sentindo a minha falta e também presença
Se venceres comigo todas as batalhas e amando
Nós poderemos viver para sempre.

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